segunda-feira, 20 de maio de 2013

Jacaré em Extinção

jacaré é um réptil carnívoro da família Alligatorida e pertencente à ordem Crocodylia. Trata-se de um habilidoso nadador que consegue também ser muito rápido em terra firme quando isto se faz necessário. Estes animais descendem dos primeiros répteis que habitaram a terra (há 230 milhões de anos), portanto são parentes dos dinossauros, animais pré-históricos.
Os jacarés são animais muito semelhantes aos crocodilos dos quais se diferenciam por ter membranas entre os dedos das patas traseiras e por ter uma cabeça mais curta e larga. Outra diferença entre estes animais é o fato do jacaré possuir o quarto dente canino que se encaixa na mandíbula superior, enquanto no crocodilo este mesmo dente fica exposto quando o crocodilo fecha a boca. Ao nascer o comprimento do jacaré é de 30 cm, chegando, na maturidade, a 1,80m (no caso específico do jacaré-açú, seu comprimento pode chegar a 6m). Na idade adulta o jacaré pode atingir até 300 kg e sua idade varia entre 80 e 100 anos.
No continente americano há diversas espécies, no Brasil existem três tipos espalhados em diversas regiões, são eles: jacaré-negro ou jacaré-do-pantanal, jacaré-açú ou jacaré-gigante, jacaré-do-papo-amarelo ou ururau, jacaré-coroa ou paguá e jacaré-coroa ou caimão-de-cara-lisa.
Seus hábitos consistem em se agrupar durante o dia a fim de tomarem sol e durante a noite sair para caçar. A caçada é feita geralmente dentro da água. Sua dieta é variada, alimentam-se de peixes, moluscos, aves e de mamíferos pequenos encontrados nas margens dos rios. O jacaré possui 80 dentes, mas só os utiliza quando a presa é muito grande (sacodindo-a até fazê-la em pedaços), quando a presa é pequena, este feroz animal apenas a engole. O jacaré necessita de cerca de 10% do seu peso em alimentos ao dia. Para se locomoverem os jacarés usam a cauda movendo-a de maneira ondulatória. Durante o nado os olhos e as narinas deste animal ficam acima da superfície da água.
Para se reproduzirem, os jacarés se acasalam na água. Em seguida a fêmea faz um ninho na vegetação da beira de um lago, onde coloca seus ovos (40 a 50 postos uma vez por ano) que eclodirão após um mês de incubação (feita pelo calor do sol e pela fermentação química dos vegetais que compõe o ninho). Uma característica interessante é o fato da fêmea do jacaré, ao contrário das outras espécies de répteis, ter o hábito de proteger o ninho e seus filhotes.
Infelizmente o jacaré está na lista dos animais em extinção, visto que muitas pessoas apreciam o sabor de sua carne e seu couro é utilizado para fabricação de bolsas, carteiras e outros produtos industrializados.

domingo, 12 de maio de 2013

Dia das Mães

Feliz dia das Mães

Bom pessoal desejo um feliz dia das mães

Mudanças!!!

Pessoal estou pensando em mudar o papel de parede do nosso blogger ai vão algumas escolhas:
  • Golfinhos e Tartarugas;
  • Cachorrinhos e Gatinhos;
  • Araras Azul e Arara Vermelha.
PS: Votem nos comentários.

Obrigada 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Trafico de Araras Azuis

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama - preocupado com o tráfico da arara-azul-de-lear, decidiu implantar mais uma base de fiscalização próxima ao município de Euclides da Cunha, no Sertão da Bahia.
Instalados na região desde o início do período de reprodução das araras, em dezembro do ano passado, os fiscais estão conseguindo conter a captura criminosa de ovos e de filhotes destes animais silvestres. A nova base do Ibama fecha o cerco em torno dos locais mais frequentados pelas araras para reprodução e alimentação. 

O tráfico da arara-azul-de-lear está levando a espécie à extinção. Atualmente, existem apenas cerca de cento e setenta dessas aves livres na natureza. O semi-árido baiano é o único lugar do planeta onde existe a arara-azul-de-lear. E para lá também que se voltam as atenções dos traficantes interessados nos lucros que podem obter com a venda dos animais. 
A estratégia do Ibama é proteger as araras principalmente no período reprodutivo que vai de dezembro a abril. Nessa época as aves ficam mais vulneráveis à captura. Os traficantes usam cordas e equipamentos de rapel para caçá-las nos paredões, e redes de tarrafa são usadas nos locais onde se alimentam. Até lavouras de milho estão sendo cultivadas no Sertão baiano com o objetivo de atrair araras. A ordem do Ibama é destruir essas lavouras cultivadas pelos traficantes para instalação de armadilhas.






A arara-azul-de-lear vive na Bahia, a arara-azul-grande na região norte e central do Brasil, e a arara-canindé no cerrado brasileiro. 

CARACTERÍSTICAS: As araras fazem parte do grupo dos psitacídeos. O Brasil é considerado o país com o maior número de representantes deste grupo e por este motivo, desde a época do descobrimento, é conhecido como “Terra dos Papagaios”. Esta família é composta por papagaios, araras, periquitos, jandaias e maracanãs. As araras são seus maiores representantes. Possuem o bico forte, alto e curvo adaptado para quebrar sementes duras. Suas línguas grossas, sensíveis e repletas de papilas gustativas funcionam como um órgão tátil. Costumam ingerir pedrinhas para auxiliar na trituração das sementes de Buriti, Tucum, Bocaiúva, Carandá e Acurí, palmeiras que fazem parte de suas dietas. As araras são conhecidas como um dos animais mais fiéis que existem, pois são monogâmicas, ou seja, vivem com um parceiro a vida toda, podendo até ficar doente ou morrer quando perdem o parceiro. 

REPRODUÇÃO: A reprodução varia de acordo com a espécie, mas em geral as araras botam de 1 a 3 ovos e a incubação pode chegar a 30 dias. 

Agradecimentos: 

Kátia Rancura 
Bióloga - Divisão de Ensino e Divulgação 
Fundação Parque Zoológico de São Paulo 

Fundação Parque Zoológico de São Paulo 
Avenida Miguel Stéfano, 4241 - Água Funda - São Paulo - SP - CEP: 04301-905 
Fone: (11) 5073-0811 / Fax: (11) 5058-0564 
Horário de Funcionamento - 9:00 às 17:00 horas - de terça a domingo - Fechamento da bilheteria: 16:00 horas 
*Abre as Segundas-feiras somente quando for feriado ou véspera de feriado. 
www.zoologico.sp.gov.br 


Fontes :

Textos :

http://inema.com.br/mat/idmat001927.htm
http://www.canalpetshop.com.br/aves.php?categoria=30&id=243
Imagens :

https://www.google.com.br/search?q=trafico+de+araras+azuis&hl=pt-BR&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=ba-NUfSqNI--9gSb4IDICw&sqi=2&ved=0CC4QsAQ&biw=1600&bih=887

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Elefantes


Características gerais


Os elefantes são animais herbívoros, alimentando-se de ervas, gramíneas, frutas e folhas de árvores. Dado o seu tamanho, um elefante adulto pode ingerir entre 70 a 150 kg de alimentos por dia. As fêmeas vivem em manadas de 10 a 15 animais, lideradas por uma matriarca, compostas por várias reprodutoras e crias de variadas idades. O período de gestação das fêmeas é longo (20 a 22 meses), assim como o desenvolvimento do animal que leva anos a atingir a idade adulta. Os filhotes podem nascer com 90 kg. Os machos adolescentes tendem a viver em pequenos bandos e os machos adultos isolados, encontrando-se com as fêmeas apenas no período reprodutivo.

Devido ao seu porte, os elefantes têm poucos predadores. Exercem uma forte influência sobre as savanas, pois mantêm árvores e arbustos sob controle, permitindo que pastagens dominem o ambiente. Eles vivem cerca de 60 anos e morrem quando seus   molares caem, impedindo que se alimentem de plantas.

Os elefantes-africanos são maiores que as variedades asiáticas e têm orelhas mais desenvolvidas, uma adaptação que permite libertar calor em condições de altas temperaturas. Outra diferença importante é a ausência de presas de marfim nos elefantes asiáticos.

Durante a época de acasalamento, o aumento da produção de testosterona deixa os elefantes extremamente agressivos, fazendo-os atacar até humanos. Acidentes com elefantes utilizados em rituais geralmente são causados por esse motivo. Cerca de 400 humanos são mortos por elefantes a cada ano.

Características Físicas 


 O elefantes podem fazer diversos usos de sua Tromba.probóscide, ou tromba, é uma fusão de nariz e lábio superior, alongado e especializado para se tornar o apêndice mais importante e versátil de um elefante. A ponta da tromba dos elefantes-africanos está equipada de duas protuberâncias parecidas com dedos, enquanto os elefantes asiáticas têm apenas uma destas. Segundo os biologistas, a tromba do elefante pode ter cerca de quarenta mil músculos individuais, o que a faz sensível o suficiente para pegar numa única folha de relva, mas ao mesmo tempo forte o suficiente para arrancar os ramos de uma árvore. Algumas fontes indicam que o número correto de músculos na tromba de um elefante é mais perto de cem mil.                                              
A maior parte dos herbívoros (comedores de plantas, como o elefante) possuem dentes adaptados a cortar e arrancar plantas. Porém, à excepção dos muito jovens ou doentes, os elefantes usam sempre a tromba para arrancar a comida e levá-la até à boca. Eles pastam relva ou dirigem-se as árvores para pegar em folhas, frutos ou ramos inteiros. Se a comida desejada se encontra alta demais, o elefante enrola a sua tromba no tronco ou ramo e sacode até a comida se soltar ou, às vezes, simplesmente derruba completamente a árvore.

A tromba também é utilizada para beber. Elefantes chupam água pela tromba (até quatorze litros de cada vez) e depois despejam-na para dentro da boca. Elefantes também inalam água para despejar sobre o corpo durante o banho. Sobre esta camada de água, o animal então despeja terra e lama, que servirá de protetor solar. Quando nada, a tromba também pode servir de tubo de respiração.
Este apêndice também é parte importante das interações sociais. Elefantes conhecidos cumprimentam-se enrolando as trombas, como se fosse um apertar de mãos. Eles também a usam enquanto brincam, para acariciar durante a corte ou em interações entre mãe e filhos, e para demonstrações de força - uma tromba levantada pode ser um sinal de aviso ou ameaça, enquanto uma tromba caída pode ser um sinal de submissão. Elefantes conseguem defender-se eficazmente batendo com a tromba em intrusos ou agarrando-os e atirando-os ao ar.


A tromba serve também para dar ao elefante um sentido muito apurado de cheiro. Levantando a tromba no ar e movimentando-a para um lado e para o outro, como um periscópio, o elefante consegue determinar a localização de amigos, inimigos ou fontes de comida.

Presas


As presas de um elefante são os segundos incisivos superiores. As presas crescem continuamente; as presas de um adulto médio crescem aproximadamente 15 cm por ano. As presas são utilizadas para escavar à procura de água, sal ou raízes; para retirar a casca das árvores, para comer a casca; para escavar a árvore adansonia a fim de retirar-lhe a polpa; e para mover árvores ou ramos quando um trilho é criado. Para além disso, são utilizadas para marcar as árvores para demarcar o território e ocasionalmente como armas.

Tal como os humanos, que são tipicamente destros, os elefantes são ou destros ou canhotos. A presa dominante, chamada a presa mestra, é, em geral, mais curta e mais arredondada na ponta por causa do uso. Tanto os machos como as fêmeas dos elefantes-africanos têm grandes presas que podem chegar até acima dos 3 m em comprimento e pesar mais de 90 kg. Na espécie asiática, só os machos têm presas grandes. As fêmeas asiáticas têm presas que são ou muito pequenas ou que são simplesmente inexistentes. Os machos asiáticos podem ter presas tão longas como os machos africanos, mas são normalmente mais finas e leves; a presa registrada mais pesada de sempre pesava 39 kg. A presa de ambas as espécies e constituída principalmente de fosfato de cálcio na forma de apatite. Como um tecido vivo, é relativamente macia (comparado com outros minerais como a pedra), e a presa, também chamada de marfim, é apreciada por artistas pela sua esculturabilidade. A procura de marfim de elefante tem sido uma das razões para o declínio dramático da população mundial de elefantes.
Alguns familiares extintos dos elefantes tinham presas também nos maxilares inferiores, como os Gomphotherium, ou só nos maxilares inferiores, como os Deinotherium.

Dentes

Réplica de um molar de um elefante-asiático, mostrando a parte superior
Os dentes dos elefantes são muito diferentes dos da maior parte dos mamíferos. Durante a sua vida eles têm normalmente 28 dentes. Estes são:
  • Os dois incisivos superiores: as presas.
  • Os percursores de leite das presas.
  • 12 pré-molares, 3 em cada lado de cada maxilar.
  • 12 molares, 3 em cada lado de cada maxilar.
Ao contrário da maior parte dos mamíferos, que desenvolvem dentes de leite e depois os substituem pelos dentes adultos permanentes, os elefantes têm ciclos de rotação de dentes durante a vida toda. Passado um ano as presas são permanentes, mas os molares são substituídos seis vezes durante a vida média de um elefante. Os dentes não irrompem dos maxilares verticalmente como os dentes humanos. Em vez disso, eles têm uma progressão horizontal, como um tapete rolante. Os novos dentes crescem na parte de trás da boca, empurrando dentes mais velhos para a frente, onde eles se gastam com o uso e os restos caem. Quando um elefante se torna velho, os últimos dentes ficam gastos, e o elefante tem de comer apenas comida muito macia. Elefantes muito velhos frequentemente passam os últimos anos exclusivamente em zonas pantanosas onde conseguem encontrar folhas de relva molhada e macia. Por fim, quando os últimos dentes caem, os elefantes não conseguem comer e morrem de fome. Se não fosse pelo desgaste dos dentes, o metabolismo dos elefantes permitir-lhes-ia viver muito mais tempo. Como cada vez mais habitat é destruído, o território dos elefantes torna-se cada vez mais pequeno; os mais velhos já não têm a oportunidade de procurar comida mais apropriada e, por isso, morrem de fome mais novos.
As presas no maxilar inferior também são segundos incisivos. Estes cresciam bastante no Deinotherium e em alguns mastodontes, mas desaparecem cedo nos elefantes modernos sem irromperem.

Patas

Elefante usando as patas para esmagar e comer uma melancia.
As patas de um elefante são pilares verticais, pois precisam suportar o grande peso do animal.
Os pés de um elefante são quase redondos. Os elefantes africanos têm três unhas em cada pé traseiro e quatro em cada um dos pés da frente. Os elefantes indianos têm quatro unhas em cada pé traseiro e cinco em cada um dos da frente. Por baixo dos ossos dos pés existe uma camada gelatinosa que funciona como uma almofada de ar ou amortecedor. Por esta razão, um elefante pode ficar de pé por longos períodos de tempo sem se cansar. Aliás, elefantes africanos raramente se deitam, exceto quando estão doentes ou aleijados. Elefantes indianos, em contraste, deitam-se frequentemente. Embaixo do peso do elefante, o pé incha, mas desincha quando o peso é removido. Um elefante pode afundar na lama, mas consegue retirar as patas facilmente porque os seus pés reduzem de tamanho quando levantados.
O elefante é um bom nadador, mas não consegue trotar, saltar ou galopar. Tem dois andares: o caminhar e um passo mais acelerado que partilha características com a corrida. Quando caminha, as patas funcionam como pêndulos, com as ancas e os ombros subindo e descendo quando o pé é assente no chão. O passo mais acelerado não corresponde à definição habitual de corrida, porque os elefantes têm sempre pelo menos uma pata assente no chão. Como ambas as patas traseiras ou as dianteiras estão no ar ao mesmo tempo, este passo é semelhante às patas traseiras e as dianteiras correrem de cada vez.
Andando a passo normal, um elefante anda a cerca de 3 a 6 km/h mas pode chegar a 40 km/h em corrida.


A humanidade e os elefantes

Pegadas de um elefante no deserto.
A caça de elefantes, causada principalmente pelo seu marfim, é geralmente ilegal em todos os países africanos. No entanto, dadas as enormes quantidades de comida que estes animais requerem, alguns parques naturais africanos recorrem à emissão de licenças de caça em número reduzido para controlar as populações e angariar fundos. A caça dos elefantes teve também consequências a nível evolutivo. Visto que o objectivo primordial dos caçadores eram as presas, os animais que não as tinham graças a uma mutação genética, foram favorecidos. O processo involuntário resultou numa selecção artificial das populações de elefantes (análogo ao que resultou nas raças de cães), onde os animais sem presas passaram de 1% do total a representar, em certos locais, cerca de 30% dos indivíduos.
Ao longo da história, os elefantes foram utilizados pelo Homem para várias funções, como transporte, entretenimento e guerra. Os elefantes de guerra foram uma peça táctica importante antes da generalização da artilharia, principalmente nos exércitos de Cartago e do Império Persa. O general Aníbal considerava os animais excelentes para os combates militares, embora não apresentassem resistência ao frio. Foi através de Alexandre, o Grande que os elefantes de guerra chegaram ao Ocidente, em 325 a.C.

Obrigada ;)




segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Lady

14.02.13

Olá pessoal :-)









Nessa postagem eu irei falar (escrever) um pouco sobre a minha cachorrinha Lady.

Bom a Lady é uma cachorrinha da raça Yorkshire Terrier. Quando a Lady nasceu ela nasceu sem um osso (radio) na pata da frente mais oque importa é que ela é uma cachorrinha saudável, Feliz e muito fofa. 


Ela também adora brincar com os bichinhos dela ela tem 6 brinquedinhos muitos legais mais alguns ela não brinca mais, agora com os outros ela adora ela gosta de bichinhos de pelúcia tipo esses que ela tem :


Aqui é a Lady antes dela tosar :




Aqui é a Lady depois da tosa :



A Lady Também adora brincar, pula pra lá, pula pra cá, gosta de ir no parque ela é muito manhosa, gosta de uma companhia e adora comer ela é muito fofa e obediente ;-)


Se você gostou comente por favor ;-)

Obrigada !!!

Nova Postagem

Olá pessoal sou a Dona do Blog :

Todos nós amamos animais.

E a próxima postagem sera sobre minha cadelinha Lady.

Para mais informações aguardem.

Ps : Irei postar essa semana ou hoje mesmo (14/01/13).

Bjks Dona do Blog